Estilo no trabalho: regras de bom senso no mundo corporativo

Perua!

Taí um post que sempre quis fazer, depois de cometer meus próprios erros e ver o impacto de nossas escolhas de estilo no ambiente de trabalho. Simples regras podem fazer a diferença entre uma carreira bem sucedida e a oportunidade que nunca chega. Que tal conferir? Sua carreira agradece!

Gosto muito de ver programas tipo Esquadrão da Moda e observo quantas mulheres têm dificuldade de se firmar no mercado de trabalho ou mesmo de arrumar emprego. E o pior: suas escolhas de estilo impactam diretamente nesse insucesso sem muitas delas se darem conta! Infelizmente, ainda vivemos em uma sociedade na qual as nossas qualidades estão em segundo plano e a imagem pessoal acaba sendo forjada pelas primeiras impressões que uma pessoa passa – visualmente falando. Quebrar essa barreira inicial é ainda mais difícil quando existe certa dissonância entre o que a pessoa é a forma como ela se apresenta ao mundo, certo?

A principal regra de bom senso no mundo corporativo é a transmissão de credibilidade – essa credibilidade é o somatório da forma de vestir, da postura, do jeito de falar…

Sem hipocrisia nenhuma, vamos fazer um teste rápido: qual das duas você contrataria?

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Antes que alguém resolva me detonar por aqui, sou favorável a que cada um use o que deseja – sem aquela maldita cultura do estupro na qual uma mulher ao se vestir de maneira sensual está se expondo deliberadamente a algum tipo de agressão, certo? O ponto aqui é como o nosso estilo impacta na forma que somos percebidas no mercado de trabalho; e se isso te prejudica, talvez seja hora de rever seus conceitos e deixar aquele macacão jeans colado para outra ocasião…

Não sou dona da verdade universal, mas com base na minha vivência e experiência, posso com segurança te dizer quais são as principais anti regras de bom senso no ambiente corporativo, e que podem fazer a diferença entre aquela promoção e uma dificuldade de confiarem mais na qualidade do seu trabalho:

Estilo no trabalho  – maquiagem de cabaré

Na hora de se maquiar para ir ao trabalho, tem gente que se passa.

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Exceto se você trabalha em uma loja de maquiagem, é artista ou comissária de bordo, a maquiagem no trabalho é apenas um ressalto de suas qualidades naturais, e deve ser usada com extrema moderação. Principalmente por quem trabalha no esquema 08 às 18h! Minha recomendação é o uso de tonalidades clássicas e neutras, batons levinhos e pouca ou nenhuma sombra. Na falta de tempo, sempre dou prioridade à pele, que deve ter aspecto de bem cuidada.

Deixe suas habilidades de maquiadora para os momentos de descontração, combinado?

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Melhor, bem melhor

Deus é justo – mas a sua saia…

Lembram do post sobre Chanel? Ela dizia que não vale à pena a gente vestir roupa que tem de ficar ajeitando o tempo inteiro, e a máxima vale quando o assunto é estilo do trabalho. Roupas justas  (e curtas) demais marcam o corpo, expõem furinhos de celulite e ainda podem fazer você pagar calcinha ao subir uma escada. E, claro, virar o assunto de coleguinhas maldosos.

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Imagine como estava a situação atrás

Claro que TODO MUNDO tem o direito de usar roupa justinha e curta; apenas é o tipo de roupa que acaba depondo contra você no ambiente de trabalho. Mais uma vez, deixemos para o lazer!

Aqui no DDE tem um monte de opções para inspirar. E que não são necessariamente roupas caretas.

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Deleixo como nome do meio

Ninguém precisa ir ao salão toda semana, mas apresentar aspecto de desleixo também não é legal quando o assunto é estilo no trabalho.

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O que eu mais vejo por aí são unhas descascadas, cabelo seboso (ou com a raiz vencida), roupas com desgastes aparentes. Veja bem, todo mundo tem um dia não muito auspicioso e acaba não tendo tempo de caprichar. Mas é aquela história: a unha venceu? Tira o esmalte! O cabelo tá estranho? Faça um coque bailarina e poupe a humanidade. No caso das roupas, não é preciso sair correndo para comprar outra; é de vez em quando fazer uma inspeção e ver se tem botão faltando, se a blusa tá cheia de bolinha, se tá furada…

Ah. Existe uma diferença entre cabelo bagunçado porque tá esculhambado e uma baguncinha chique.

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Sacou?

E quando eu falo de desleixo, também me refiro a looks que nada agregam no ambiente corporativo. Você pode até não querer se destacar pela beleza do que veste, mas ao usar a “capa da invisibilidade” pode acabar perdendo ótimas oportunidades de ascensão profissional e de fazer networking. Essa questão vale tanto para carreiras com um dress code mais formal quanto nos que a informalidade está liberada. Roupa casual é uma coisa; roupa desleixada é outra!

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Só um exemplo

Baixando a pomba gira

Da mesma maneira que um aspecto descuidado é péssimo para sua imagem pessoal, acredito que exagero na produção também não combina com o mercado de trabalho. Avalie cuidadosamente o tipo de profissão que você tem e a vestimenta mais compatível com ele. Imagine por exemplo que uma assistente social irá trabalhar nas ruas, comunidades pobres e tal, e ela aparece para trabalhar assim:

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Tieta, te amo

Tá vulgar? Diria que não. Mas convenhamos que é uma apresentação incompatível para o caso acima, né? Quando se vira a curva entre o esmero e o excesso, vai por mim: o look fica um verdadeiro horror!

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Sem comentários

Gazela saltitante

Outra coisa mortal em relação ao estilo no trabalho é quando a pessoa quer usar aquele super salto e, ao invés de ter um ar altivo, acaba brincando de equilibrista em pleno escritório:

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Dói ver a pessoa andando bem esquisito por causa de sapato alto! Além do risco de queda, saltos excessivamente altos são prejudiciais à saúde e podem fazer você parecer ridícula. Se você consegue andar super bem de salto, desconsidere; se sente dificuldade, opte por versões mais baixas e confortáveis na hora de trabalhar.

Dá até pra fazer como a turma de O Diabo Veste Prada e usar um salto alto, com um chinelinho de backup. Quando ninguém tá vendo! kkkkkkk

Por fim…

Eu sou relações públicas e acabo usando vários estilos diferentes no trabalho: quando minha agenda envolve compromissos mais formais, acabo indo pela linha da sobriedade; já quando tenho um dia de rotinas administrativas, me dou ao luxo de usar roupas menos formais, que podem ter um ar básico, moderninho, romântico ou rocker. Tudo com bom senso, acredito.

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Bem, acho que é isso! Não sou a pessoa mais bem sucedida do mundo, mas estou muito feliz profissionalmente e gostaria que você fosse também! Faltou alguma coisa? Joga nos comentários! E se você tá chegando agora aqui no DDE, cadastre seu e-mail e seja moderadamente notificada/o dos novos posts!

Bjs

2 ideias sobre “Estilo no trabalho: regras de bom senso no mundo corporativo”

  1. Tatiana Tosta disse:

    Amo os seus post! As dicas e informações são super válidas.

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